domingo, 15 de junho de 2008

HOJE É TEMPO DE SER FELIZ!!


A vida é fruto da decisão de cada momento. Talvez seja por isso, que a idéia de plantio seja tão reveladora sobre a arte de viver.


Viver é plantar. É atitude de constante semeadura, de deixar cair na terra de nossa existencia as mais diversas formas de sementes. Cada escolha, por menor que seja, é uma forma de semente que lançamos sobre o canteiro que somos.


Um dia, tudo o que agora silenciosamente plantamos, ou deixamos plantar em nós,será plantação que poderá ser vista de longe... Para cada dia, o seu empenho. A sabedoria bíblica nos confirma isso, quando nos diz que "debaixo do céu há um tempo para cada coisa!"


Hoje, neste tempo que é seu, o futuro está sendo plantado. As escolhas que você procura, os amigos que você cultiva, as leituras que você faz, os valores que você abraça, os amores que você ama, tudo será determinante para a colheita futura. Felicidade talvez seja isso: alegria de recolher da terra que somos, frutos que sejam agradáveis aos olhos!


Infelicidade, talvez seja o contrário. O que não podemos perder de vista é que a vida não é real fora do cultivo. Sempre é tempo de lançar sementes... Sempre é tempo de recolher frutos. Tudo ao mesmo tempo. Sementes de ontem, frutos de hoje, Sementes de hoje, frutos de amanhã! Por isso, não perca de vista o que você anda escolhendo para deixar cair na sua terra.


Cuidado com os semeadores que não lhe amam. Eles têm o poder de estragar o resultado de muitas coisas.


Cuidado com os semeadores que você não conhece. Há muita maldade escondida em sorrisos sedutores...


Cuidado com aqueles que deixam cair qualquer coisa sobre você, afinal, você merece muito mais que qualquer coisa.


Cuidado com os amores passageiros... eles costumam deixar marcas dolorosas que não passam... Cuidado com os invasores do seu corpo... eles não costumam voltar para ajudar a consertar a desordem...


Cuidado com os olhares de quem não sabe lhe amar... eles costumam lhe fazer esquecer que você vale à pena...


Cuidado com as palavras mentirosas que esparramam por aí... elas costumam estragar o nosso referencial da verdade...


Cuidado com as vozes que insistem em lhe recordar os seus defeitos... elas costumam prejudicar a sua visão sobre si mesmo.


Não tenha medo de se olhar no espelho. Não desanime de você, ainda que a colheita de hoje não seja muito feliz. Não coloque um ponto final nas suas esperanças. Ainda há muito o que fazer, ainda há muito o que plantar, e o que amar nessa vida. Ao invés de ficar parado no que você fez de errado, olhe para frente, e veja o que ainda pode ser feito... A vida ainda não terminou. E já dizia o poeta "que os sonhos não envelhecem..." Vai em frente. Sorriso no rosto e firmeza nas decisões. Deus resolveu reformar o mundo, e escolheu o seu coração para iniciar a reforma.

Isso prova que Ele ainda acredita em você. E se Ele ainda acredita, quem sou eu pra duvidar... (?)

"Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo. E que posso evitar que ela vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um não. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir um castelo...

Fernando Pessoa

Gotas de Óleo





Num quarto modesto, o doente grave pedia silêncio. Mas a velha porta rangia nas dobradiças cada vez que alguém a abria ou fechava. O momento solicitava quietude, mas não era oportuno para a reparação adequada.
Com a passagem do médico, a porta rangia, nas idas e vindas do enfermeiro,no trânsito dos familiares e amigos, eis a porta a chiar, estridente.

Aquela circunstância trazia, ao enfermo e a todos que lhe prestavam assistência e carinho, verdadeira guerra de nervos. Contudo, depois de várias horas de incômodo, chegou um vizinho e colocou algumas gotas de óleo lubrificante na antiga engrenagem e a porta silenciou, tranqüila e obediente.

Em muitas ocasiões há tumulto dentro de nossos lares, no ambiente de trabalho, numa reunião qualquer.
São as dobradiças das relações fazendo barulho inconveniente.

São problemas complexos, conflitos, inquietações, abalos...

Entretanto, na maioria dos casos nós podemos apresentar a cooperação definitiva para a extinção das discórdias.

Basta que lembremos do recurso infalível de algumas GOTAS DE COMPREENSÃO e a situação muda.

Algumas GOTAS DE PERDÃO acabam de imediato com o chiado das discussões calorosas.

GOTAS DE PACIÊNCIA no momento oportuno podem evitar grandes dissabores.

GOTAS DE CARINHO, penetram as barreiras mais sólidas e produzem efeitos duradouros e salutares.
GOTAS DE SOLIDARIEDADE e FRATERNIDADE podem conter uma guerra de muitos anos.

É com algumas GOTAS DE AMOR que as mães dedicadas abrem as portas mais emperradas dos corações confiados à sua guarda.

- São as GOTAS DE PURO AFETO que penetram e dulcificam as almas ressecadas de esposas e esposos, ajudando na manutenção da convivência duradoura.

- Nas relações de amizade, por vezes, algumas GOTAS DE AFEIÇÃO são suficientes para lubrificar as engrenagens e evitar os ruídos estridentes da discórdia e da intolerância.

Dessa forma, quando você perceber que as dobradiças das relações estão fazendo barulho inconveniente, não espere que o vizinho venha solucionar o problema. Lembre-se que você poderá silenciar qualquer discórdia lançando mão do óleo lubrificante do amor, útil em qualquer circunstância, e sem contra indicação.

Não é preciso grandes virtudes para lograr êxito nessa empreitada. Basta agir com sabedoria e bom senso.

Às vezes, são necessárias apenas algumas GOTAS DE SILÊNCIO para conter o ruído desagradável de uma discussão infeliz.

E se você é daqueles que pensa que os pequenos gestos nada significam, lembre- se de que as grandes montanhas são constituídas de pequenos grãos de areia...

sexta-feira, 13 de junho de 2008

Considerações sobre o abraço



Em meio à multidão que se acotovela na procissão no Domingo de Ramos, uma mulher, desesperada, procura por sua filha pequena. Muitas lágrimas e alguns copos de água com açúcar depois, aparece a menina mais que feliz, abraçada a um mendigo que, frente às evidências, jamais passara pela insólita experiência de um banho. A mulher, minha mãe. A criança desgarrada, eu.


Já vai longe aquela Semana Santa, e essa história que minha mãe contava, me vem à memória quando me acometem considerações sobre as delícias de um abraço.
Abraço. Tantas são as definições. Entretanto, nenhuma delas apreende o real significado dessa troca de energia.


A larga experiência nessa prática à qual sou afeita e militante me assegura que não todas as pessoas têm disposição e competência para esse entrelaçamento de corpo e de alma. Dois em um, um em dois, despidos dos pudores sem juízo, inoculados e em nós sedimentados graças à repressão das espontâneas demonstrações físicas de sentimentos e emoções.

Li em um jornal da Espanha uma comovente história ocorrida na Índia. Uma menina de quatro anos em estado de saúde gravíssimo, já sem esperança de vida, tendo sido acompanhada pela mãe que a abraçava com carinho, tanto quanto podia, foi aos poucos melhorando, e, para surpresa da equipe médica, após dois meses no hospital, foi para casa andando com as próprias pernas, completamente recuperada.
Se não a razão da cura, sem dúvida, o contato físico com a mãe foi coadjuvante no tratamento da pequena indiana.

Abraço, essa prosaica iguaria afetiva, recurso de partilhamento, intimidade permitida em público, é também eficiente curativo para contusões no ego, tombos da auto-estima, lesões na vaidade, vendaval na vida interior de todas as pessoas.

Estreita os laços, amplia a amizade, quebra o gelo, esquenta o clima, esfria os espíritos esquentados. É entrega e aceitação, doação e acolhimento. Abraço é isso, igual em seu contrário.
Que graça teria a vida sem a invenção do abraço?...

Abraço não tem contra-indicação, tampouco efeitos nocivos, apenas os seus adoráveis efeitos colaterais. Abraço não tem preço; custa nada.
E o melhor: está ao alcance dos seus braços. Não é o máximo?!

E aí, tá esperando o quê?...mexa-se! se abrace com a pessoa ao seu lado, seus pais, seus filhos, toda a família, amigos, colegas de trabalho...

Enfim, abrace essa idéia e vá abraçar todo mundo!


quinta-feira, 12 de junho de 2008

Absolvendo o Amor



Duas historinhas que envolvem o amor.A primeira: uma mulher namora um príncipe encantado por três meses e então descobre que ele não é príncipe coisa nenhuma, e sim um bobalhão que não soube equalizar as diferenças e sumiu no mundo sem se despedir. Mais um, segundo ela. São todos assim, os homens. Ela resmunga: "não dá mesmo para acreditar no amor".Peraí. Por que o amor tem que levar a culpa desses desencontros? Que a princesa não acredite mais no Pedro, no Paulo ou no Pafúncio, vá lá, mas responsabilizar o amor pelo fim de uma relação e a partir daí não querer mais se envolver com ninguém é preguiça de continuar tentando. Não foi o amor que caiu fora. Aliás, ele talvez nem tenha entrado nessa história. Quando entra, é para contribuir, para apimentar, para fazer feliz. Se o relacionamento não dá certo, ou dá certo por um determinado tempo e depois acaba, o amor merece um aperto de mãos, um muito obrigada e até a próxima. Fique com o cartão dele, você vai chamá-lo de novo, vai precisar de seus serviços, esteja certa. Dispense namorados, mas não dispense o amor, porque este estará sempre a postos. Viver sem amor por uns tempos é normal. Viver sem amor pra sempre é azar ou incompetência. Só não pode ser uma escolha, nunca. Escolher não amar é suicídio simbólico, é não ter razão pra existir. Não adianta querer compensar com amor pelos amigos, filhos e cachorros, não é com eles que você fica de mãos dadas no cinema.


Segunda história. Uma mulher ama profundamente um homem e é por ele amada da mesma forma, os dois dormem embolados e se gostam de uma maneira quase indecente, de tão certo que dá a relação. Tudo funciona como um relógio que ora atrasa, ora adianta, mas não pára, um tic-tac excitante que ela não divulga para as amigas, não espalha, adivinhe por quê: culpa. Morre de culpa desse amor que funciona, desse amor que é desacreditado em matérias de jornal e em pesquisas, desse amor que deram como morto e enterrado, mas que na casa dela vive cheio de gás e que ameaça ser eterno. Culpa, a pobre mulher sente, e mais: sente medo. Nem sabe de quê, mas sente. Medo de não merecê-lo, medo de perdê-lo, medo do dia seguinte, medo das estatísticas, medo dos exemplos das outras mulheres, daquela mulher lá do início do texto, por exemplo, que se iludiu com mais um bobalhão que desapareceu sem deixar rastro - ou bobalhona foi ela, nunca se sabe. Mas o fato é que terminou o amor da mulher lá do início do texto, enquanto que essa mulher de fim de texto, essa criatura feliz e apaixonada, é ao mesmo tempo infeliz e temerosa porque teve a sorte de ser premiada com aquilo que tanta gente busca e pouco encontra: o tal amor como se sonha.Uma mulher infeliz por ter amor de menos, outra infeliz por ter amor demais, e o amor injustamente crucificado por ambas. Coitado do amor, é sempre acusado de provocar dor, quando deveria ser reverenciado simplesmente por ter acontecido em nossa vida, mesmo que sua passagem tenha sido breve. E se não foi, se permaneceu em nossa vida, aí é o luxo supremo. Qualquer amor - até aqueles que a gente inventa - merece nossa total indulgência, porque quem costuma estragar tudo, caríssimos, não é ele, somos nós.


(por Martha Medeiros, publicado no Zero Hora/RS em 08/06/2008)
Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.E então, pude relaxar.Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima.Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.Hoje sei que isso é...Autenticidade.Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.Hoje chamo isso de... Amadurecimento.Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.Hoje sei que o nome disso é... Respeito.

Charles Chaplin

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Erros, acertos e Sucesso



"Errei mais de 9.000 cestas e perdi quase 300 jogos. Em 26 diferentes finais de partidas fui encarregado de jogar a bola que venceria o jogo...e falhei. Tenho uma história repleta de falhas e fracassos em minha vida. E é exatamente por isso que sou um Sucesso! " (Michael Jordan)
Se o maior jogador de basquete da história, responsável pela quebra de praticamente todos os recordes mundiais desse esporte, aceita e supera cada falha, cada fracasso, e ainda diz que foram eles que o tornaram um sucesso mundial, por que tanta preocupação com os erros que você cometeu na semana passada, no mês passado, no ano passado ou no último final de semana?Se seus erros tiverem sido graves, se você tiver machucado física ou emocionalmente alguém, reflita sobre isso, mude seu comportamento agora, e carregue o aprendizado e a cicatriz em seu coração. Isso tornará você uma pessoa melhor hoje e amanhã, já que o ontem não pode ser mudado.
Mas agora, um novo dia está começando! Um novo jogo!Um novo time! Um novo prêmio! Assim é a vida ! Um eterno e maravilhoso recomeçar !Quando acordou, hoje pela manhã, o Treinador colocou você para mais um campeonato no jogo da vida. Talvez você erre a cesta, como Michael Jordan.
Talvez você erre o gol (Pelé errou muitos), mas cada erro, cada falha deve ser usada por você para aprender melhor o caminho, para encontrar em sua mente o Poder Pessoal que vai colocar seus pés no pódio da vida.Outras pessoas viram seu erro. E daí? Será que havia câmeras transmitindo seus erros para 100 milhões de pessoas ao vivo? Improvável...Mas, quando Michael Jordan errava, milhões de pessoas se lembram. E, se Michael Jordan não se deixa desanimar por um erro cometido na frente de 100 milhões de pessoas (e registrado para a história), porque você se deixaria desanimar pelos seus?Use cada erro como uma escada para fazer a coisa certa!

terça-feira, 3 de junho de 2008

domingo, 1 de junho de 2008

Veja só....


Maravi!!!!!!!